A PASSEATA "ACORDA, BRASIL!" VAI ACONTECER, EM SALVADOR, NO DIA 22/12 NA AVENIDA MIGUEL CALMON.
Convidamos a TODOS para a mobilização contra o recém aprovado (15/12/2010) reajuste dos salários dos deputados federais e senadores (62%), presidente e vice (130%) e ministros (gritantes 142%).
Mais informações do Reajuste: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI196074-15223,00-DEPUTADOS+APROVAM+AUMENTO+DOS+PROPRIOS+SALARIOS+PARA+R+MIL.html
INFORMAÇÕES SOBRE A PASSEATA:
- Horário: 13 horas
- Trajeto: sairemos da Avenida Reitor Miguel Calmon (no cruzamento desta com a Av. Centenário), em direção ao ao Campo Grande. De lá seguiremos pela Av. Sete, até o Elevador Lacerda.
informações sobre reuniões e outras: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=109449483
20 de dezembro de 2010
10 de dezembro de 2010
Como esquecer alguém?
Sinceramente, se eu soubesse a resposta pra tal pergunta, teria poupado um longo tempo de agonia. Mas não estou aqui pra fazer o meu relato pessoal sobre tal situação a qual passei. E sim, para dar a minha opinião do modo mais "fácil". Simplismente, é impossível esquecer alguém completamente. Pode até ser que o valor e o que tal pessoa represente na sua vida mude, mas esquecê-la, somente se você sofrer de amnésia ou algo do tipo. Quero dizer que, não existe um meio de esquecer alguém. Mas existe um meio de, como eu já disse, mudar o que essa pessoa significa pra você. Tentei, persisti por uma longa jornada, tentando esquecer uma pessoa. Não deu certo. Você pode dizer "as palavras tem um grande poder, é só botar na cabeça que você vai conseguir esquecer, que você consegue. Empenhe-se e conseguirá. Você tem que querer!", pode evitar tal pessoa quanto for. Mas na minha opnião, nada adianta. Não, eu não estou aqui pra te desencorajar e dizer que você não vai conseguir mudar o valor dele(a) na sua vida. Sabe o que eu acho? PARE DE TENTAR ESQUECER. É simples. ESQUEÇA QUE VOCÊ NÃO ESQUECEU. - Pleonasmo?! não exatamente. - Na minha situação, foi a única coisa que realmente adiantou. Eu esqueci o fato de não ter esquecido tal pessoa. Parei de ficar insistindo em esquecer algo que eu sabia que nao esqueceria. Cansei de dar "murro em ponta de faca" e disse - não vou conseguir esquecer, e não sou fraca por desistir, e sim, forte por ter coragem de admitir - E fim. Tudo bem, deixa eu explicar melhor... Ao invés de ficar evitando pensar nele, evitando tudo que o envolvesse... Eu percebi que ao fazer isso, eu estava apenas reafirmando e fazendo com que eu pensasse cada vez mais no tal. E decidi parar. Parar de tentar esquecer. Me conformei e ponto final. Com isso, o sentimento foi ficando adormecido - não inexistente - apenas adormecido, como uma anestesia. Claro, há momentos em que o efeito anestésico passa, mas é por pouco tempo. E posso garantir, juntando tudo, vale a pena. É melhor sofrer com um momento de falha, de fraqueza... Do que ficar tendo momentos de fraqueza constantemente, sem parar (que é o que ocorre quando ficamos fixados em esquecer alguém). Viver adormecida, é, na minha opnião o melhor caminho. Esquecendo que não esqueci, eu consigo adormecer tudo, anestesiar inconscientemente tudo o que me faz mal. E assim, eu vivo normalmente. Permitindo-me ser feliz incondicionalmente, e sem existir um impecílio entre mim e uma nova chance com alguém. Nova chance que, por sua vez, está onde menos se espera.
4 de dezembro de 2010
Afinal, o que querem os homens ?
Idealizo um dia perfeito para um homem como: Acordou as 8h, levantou, comeu um belo café-da-manhã preparado pela fiel e submissa esposa, deu um beijo no filho (que é fã de futebol!) e foi ao escritório. Chegando lá, ás 9:30h (ele mora perto do trabalho) a secretária gostosa te flertou, como de costume (mas ele é um homem fiel, e não trai. Apesar de nunca ser ruim se sentir desejado). Vai a reunião com o chefe e é promovido devido a excelência da sua desenvoltura durante a sua apresentação. Se sente o "pica das galáxias". Como se não bastasse, sai do escritório as 16h e vai ao encontro com os amigos em um boteco, para assistir ao clássico FLAxVASCO, e é claro, seu time vence por nada menos de 4xO (e qual é o time dele? Prefiro deixar você, leitor, escolher o seu preferido). Depois de uma graciosa partida de futebol, e depois de gozar com a cara dos amigos do time rival, sendo que dos mesmos, ganhou diversos tipos de apostas sobre o resultado do jogo (os valores das apostas variavam de dinheiro a coisas mais... enfim). Depois de tudo isso, os amigos continuam a beber muita cerveja e jogar poker, mas ele é um "homem de família" e tem que retornar ao seu lar (mesmo essa partida deixando-o de coração partido). Chegando em casa, as 20h, é recebido pela mulher com um ardente beijo de boas vindas, e com um alegre abraço do filho. Toma um banho, desce e janta com a família, seu prato favorito. Depois do jantar, a esposa lava as louças enquanto ele ajuda o filho nas lições de casa. Logo depois, ele dá um beijo de boa noite no filho e o mesmo vai dormir. O casal fica a sós na sala e conversam sobre o dia, exautos, vão dormir. Chegando no quarto, decidem que não estão tão exaustos assim, e vão... brincar um pouco (vocês me entenderam). Depois de uma bela brincadeira, eles dormem, mas não antes de ele ouvir a mulher sussurrar "eu te amo, querido!". Qual homem não desejaria um dia desses?! Algumas situações podem mudar, como por exemplo, ele pode (por incrível que pareça), não gostar de futebol. Ou não trabalhar em um escritório, ou algo do tipo. Mas, DUVIDO que não haja uma situação entre as citadas na história, da qual um homem não gostaria de vivenciar. Concluindo, no meu ponto de vista, os homens buscam situações simples, como as da história, que fazem com que o dia se tornen ótimos ou ao menos, confortáveis. Ao contrário delas, eles querem situações aparentemente simples na qual as suas vontades prevalecem, somente as vontades deles.
29 de novembro de 2010
Minha maior vitória
Estava pensando... "Afinal de contas, qual a minha maior vitória?" E cheguei a uma simples e generalizada conclusão: minha vida. No meu ponto de vista, o fato de simplismente existir é um grande feito pra qualquer um, mas melhor do que apenas existir, é saber como aproveitar isso. Vendo pelo lado literal da coisa, é difícil sobreviver hoje em dia, quando você pode morrer em qualquer ambiente, seja dentro ou fora de casa. Afinal, vivemos em uma sociedade, digo mais, em um país onde a violência é extremamente presente, tornando-se algo normal. Mas no meu caso, não estou falando apenas em sobreviver, e sim, em viver; o que pra mim s
ignifica: aproveitar a própria vida, saber como fazer do fato de existir, uma delícia. Eu sou jovem mas já aprendi muita coisa na vida, entre elas, aprendi o carpe diem, termo designado para definir um estilo de vida no qual o ser humano aproveita o momento intensamente, sme se importar muito com o depois. É esse o meu estilo. Não quero dizer que estou totalmente desligada ao meu futuro, pois eu estudo e tenho planos... O que também não significa dizer que vivo de planejar a minha vida adulta, afinal, se eu não viver o agora, como irei errar e acertar para formar o meu caráter maduro? Quero dizer, viver, no sentido não-literal da expressão, é a minha maior vitória... aliás, é a maior vitória de qualquer pessoa que consegue este feito. Precisamos aprender a aproveitar mais as coisas boas da vida, dar mais valor aos momentos simples, que na minha opnião, são os mais incríveis e inesquecíveis. Esquecer dos problemas não é a solução pra tudo, mas temos que dar a devida proporção a eles, e deixar de sempre encara-los como o fim-do-mundo. "É vivendo que eu sobrevivo" - essa frase pode parecer um pleonasmo - mas de acordo com o meu texto, dá pra entender o sentido. Concluindo: a maior vitória da minha vida é a minha própria vida, utilizando a minha capacidade de discernir entre o viver e o sobreviver, e optar pelo melhor. "Só há duas maneiras de viver a vida: a primeira é vive-la como se os milagres não existissem; a segunda é viver como se tudo fosse um milagre! - Albert Einstein" texto para o blorkutando.
ignifica: aproveitar a própria vida, saber como fazer do fato de existir, uma delícia. Eu sou jovem mas já aprendi muita coisa na vida, entre elas, aprendi o carpe diem, termo designado para definir um estilo de vida no qual o ser humano aproveita o momento intensamente, sme se importar muito com o depois. É esse o meu estilo. Não quero dizer que estou totalmente desligada ao meu futuro, pois eu estudo e tenho planos... O que também não significa dizer que vivo de planejar a minha vida adulta, afinal, se eu não viver o agora, como irei errar e acertar para formar o meu caráter maduro? Quero dizer, viver, no sentido não-literal da expressão, é a minha maior vitória... aliás, é a maior vitória de qualquer pessoa que consegue este feito. Precisamos aprender a aproveitar mais as coisas boas da vida, dar mais valor aos momentos simples, que na minha opnião, são os mais incríveis e inesquecíveis. Esquecer dos problemas não é a solução pra tudo, mas temos que dar a devida proporção a eles, e deixar de sempre encara-los como o fim-do-mundo. "É vivendo que eu sobrevivo" - essa frase pode parecer um pleonasmo - mas de acordo com o meu texto, dá pra entender o sentido. Concluindo: a maior vitória da minha vida é a minha própria vida, utilizando a minha capacidade de discernir entre o viver e o sobreviver, e optar pelo melhor. "Só há duas maneiras de viver a vida: a primeira é vive-la como se os milagres não existissem; a segunda é viver como se tudo fosse um milagre! - Albert Einstein" texto para o blorkutando.
21 de novembro de 2010
Tudo pode piorar
Bem, depois de uma longa jornada de tempos sem publicar nada por aqui - o blog estava praticamente abandonado - eu resolvi compartilar algo com vocês hoje.
Ontem fui a um show, classificação: 15 anos (exatamente a minha idade, mas, eu aparento até ter mais). Esqueci aonde estava o meu RG em casa, e fiquei de procurar na hora de sair, pois eu ja havia procurado muito. O que aconteceu? Esqueci de procurar novamente o RG. Enfim. o caso é que, eu comprei os ingressos, e me barraram na porta, pois eu nao estava com o documento. Argumentei, implorei, pedi, supliquei... e nada. Então, resolvi voltar em casa pra pegar o RG, mas lembrei que nao sabia aonde havia deixado, e eu nao arriscaria perder o tão esperado show por nao acar o meu RG, e lembrei aonde estava o meu antigo (meu RG de quando eu tinha 3 anos, nem assinava ainda! ) e perguntei ao segurança se poderia entrar com aquele RG, uma vez que tinha perdido o meu atual. O cara nem olhou pra mim direito, nao deu a mínima importancia, me ignorou e nao tava nem ai nem alí se eu veria ou nao o show, se era louca ou nao pela banda. Resultado, depois de MUITO implorar e argumentar, de procurar razões e fundamentos pra minha não-entrada no evento, voltei pra casa revoltada, achando que era o fim do mundo. Aos prantos, de raiva, de tudo. Eis que parei em um semáforo e ví um mendigo, abrindo a lata de lixo no exato momento em que olhei para o mesmo. A aparencia dele era de felicidade, estava cantando e de bem com a vida. Mesmo nao tendo casa, família (ao que parece) nem nada. Nada. Exatamente isso que ele tem, Nada. Estava procurando comida, ou algo útil. E nem por isso, chorava ou se entristecia. Pode ser por já ter chorado demais e desistido da tristeza, ou qualquer outra coisa. O fato é que, no momento, ele estava feliz, apesar dos apesares. E eu me senti uma pessoa... totalmente incompreensível e repulsiva. Nossa, o que estava a acontecer comigo? Estava chorando pois nao havia entrado em um showzinho burguês e capitalista, sendo que tenho uma linda família, amigos que me amam, comida, casa, roupas, escola de alto nível, um corpo sem defíciencias e uma vida perfeita. nao perfeita no sentido literal, e sim, perfeita em comparação a vida de mais da metade da população mundial. E pior, enquanto chorava por uma... futilidade, aquele homem, que nem sabe o quanto me ajudou a ver a situação de um novo ponto de vista, estava feliz e vivendo a vida dele conformado, nao que isso seja certo, uma conformidade com tal situação. Mas apesar de tudo, ele não chorava, enquanto eu, estava aos prantos por um show, que poderia ser do Michael Jackson ou Madonna, mas nao justificava o fato da minha revolta com a vida pela nao-entrada ao evento. Resumindo, quando você acha que tudo está conta você, lembre-se, tudo, absolutamente tudo poderia estar pior. Veja sepre as coisas pelo lado bom, nao importa qual a situação.
Ontem fui a um show, classificação: 15 anos (exatamente a minha idade, mas, eu aparento até ter mais). Esqueci aonde estava o meu RG em casa, e fiquei de procurar na hora de sair, pois eu ja havia procurado muito. O que aconteceu? Esqueci de procurar novamente o RG. Enfim. o caso é que, eu comprei os ingressos, e me barraram na porta, pois eu nao estava com o documento. Argumentei, implorei, pedi, supliquei... e nada. Então, resolvi voltar em casa pra pegar o RG, mas lembrei que nao sabia aonde havia deixado, e eu nao arriscaria perder o tão esperado show por nao acar o meu RG, e lembrei aonde estava o meu antigo (meu RG de quando eu tinha 3 anos, nem assinava ainda! ) e perguntei ao segurança se poderia entrar com aquele RG, uma vez que tinha perdido o meu atual. O cara nem olhou pra mim direito, nao deu a mínima importancia, me ignorou e nao tava nem ai nem alí se eu veria ou nao o show, se era louca ou nao pela banda. Resultado, depois de MUITO implorar e argumentar, de procurar razões e fundamentos pra minha não-entrada no evento, voltei pra casa revoltada, achando que era o fim do mundo. Aos prantos, de raiva, de tudo. Eis que parei em um semáforo e ví um mendigo, abrindo a lata de lixo no exato momento em que olhei para o mesmo. A aparencia dele era de felicidade, estava cantando e de bem com a vida. Mesmo nao tendo casa, família (ao que parece) nem nada. Nada. Exatamente isso que ele tem, Nada. Estava procurando comida, ou algo útil. E nem por isso, chorava ou se entristecia. Pode ser por já ter chorado demais e desistido da tristeza, ou qualquer outra coisa. O fato é que, no momento, ele estava feliz, apesar dos apesares. E eu me senti uma pessoa... totalmente incompreensível e repulsiva. Nossa, o que estava a acontecer comigo? Estava chorando pois nao havia entrado em um showzinho burguês e capitalista, sendo que tenho uma linda família, amigos que me amam, comida, casa, roupas, escola de alto nível, um corpo sem defíciencias e uma vida perfeita. nao perfeita no sentido literal, e sim, perfeita em comparação a vida de mais da metade da população mundial. E pior, enquanto chorava por uma... futilidade, aquele homem, que nem sabe o quanto me ajudou a ver a situação de um novo ponto de vista, estava feliz e vivendo a vida dele conformado, nao que isso seja certo, uma conformidade com tal situação. Mas apesar de tudo, ele não chorava, enquanto eu, estava aos prantos por um show, que poderia ser do Michael Jackson ou Madonna, mas nao justificava o fato da minha revolta com a vida pela nao-entrada ao evento. Resumindo, quando você acha que tudo está conta você, lembre-se, tudo, absolutamente tudo poderia estar pior. Veja sepre as coisas pelo lado bom, nao importa qual a situação.
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